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domingo, 7 de dezembro de 2008

O ARTISTA E A ARTE

O artista e a arte.

O artista não consegue manter dentro de si, o desejo que eclode na consciência e expressa através de algo (lápis, pincel, argila etc...) o seu dom.

 A arte é aquilo em que o artista possa expressar de forma sensível, externar para o publico algo que poucos possa fazer e que muitos tenham acesso. Narcizo José Ribeiro da Silva Filho – escreve artigos no jornal de debates do IG<a href="http://www.jornaldedebates.ig.com.br">Jornal de Debates

http://www.jornaldedebates.ig.com.br/Narcizo

domingo, 31 de agosto de 2008

ARTE GRAFITE

BELO HORIZONTE: 1ª- bienal internacional de grafite de 01/09/08 até 07/0908

 

Já está em cartaz em Belo Horizonte, a 1ª bienal internacional de grafite. Definição de grafite: rabiscos, desenhos, tintas nas paredes de monumentos, muros... É uma forma de expressão de arte, movimento de uma cidade. Da Roma antiga, o grafite cresceu com as cidades. É um fenômeno exclusivamente urbano da periferia. Esta é uma iniciativa para divulgar os trabalhos de artistas brasileiros e estrangeiros, também tem o objetivo de desvincular a grafite da pixação.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

NOS E A ARTE

NÓS E A ARTE

N

ós todos como cidadãos, somos influenciados pêlos que estão em nossas voltas, refletindo manifestações positivas ou negativas . Os artistas retratam em suas obras, sob seus olhares, suas impressões de protestos ou de aprovações

Eles não deixam de ser uma espécie de jornalista da arte, é através de suas obras que registram e congelam um instante de um fato da história, de varias formas ; desenho, pinturas, esculturas, artes plásticas, fotografias, livros, jornais e murais...

A expressão de arte mais popular de pintura no momento é o GRAFITE, são expressões em murais, normalmente de protestos . . . normalmente produzidos pêlos jovens pintores ( de uma determinada tribo ) ex: grafiteiros, góticos, rockeiros, pancks . . .

Ex: poema de amor, um trecho de arte escrita pôr um autor desconhecido

. . . insônia . . . me pego pensando sentir você mais perto . . meus lábios tocando nos seus, gata de olhar imaginativos, ah ! . . . malvada sede de amor ! nato tens no olhar provocativo o brilho da paixão . Esguios movimentos maliciosos espreguiçando no chão seu corpo jovem felina, sendo ainda moldado na inexperiência do amor . . .como o nascer de uma borboleta, recentemente saída do seu casulo, borboleteando pôr entre as flores do jardim da vida, induzindo a perpetuar à espécie com ardor de seu feromônios ... menina mulher ! imagino seu corpo moreno em linhas curvas suaves arder em febre no toque leve de minhas mãos . . .

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

A ARTE E A HISTORIA

A Arte e a História

A História é a apresentação, sob forma de narrativa ou de exposição
sistemática, dos acontecimentos de qualquer natureza, ocorridos no passado.
Compreende não apenas o estudo dos acontecimentos políticos e militares que
constituem a vida, por assim dizer, externa das nações e dos estados, mas
também o conhecimento das idéias morais ou religiosas, dos usos, das formas
de civilização artística, literária ou científica, próprias de cada povo e
que, na verdade, explicam sua evolução e sua influência.

Boa parte das expressões artísticas do homem pré-histórico encontravam-se
nas cavernas. As tintas eram preparadas com certas substâncias, por exemplo,
o ocre, misturadas à gordura de animais, sangue e água. Pontas de ossos,
pedras e madeiras, ramos amassados ou arranjos de penas e pêlos serviam de
pincéis. A qualidade porosa das pedras das grutas favorecia a retenção de
materiais nelas aplicados, conservando intactas durante longo tempo, as
manifestações artísticas primitivas.

Não há dúvida de que, desde o início, a arte ligou-se intimamente à magia. O
objeto principal dessa arte eram os animais. Os caçadores pré-históricos
acreditavam, certamente, que ao retratar os exemplares da caça pretendida,
nas pinturas das cavernas, podiam dominá-los com maior facilidade e
segurança.

As fase mais avançadas do Paleolítico revelam expressões notáveis de
pintura, pequenas esculturas e gravações em pedra. O homem torna-se um
exímio observador dos animais caçados e de outras forças da natureza, às
quais empresta sentido mágico e ritualista.

• Música Primitiva

O medo dos fenômenos naturais, a necessidade de defesa, a ânsia de
comunicação, provavelmente levaram os primeiros homens a movimentar-se e
emitir sons em forma ritmada. Quem sabe, os primeiros rudimentos da dança e
música expressavam revolta ou sujeição, alegria da vida ou terror da morte,
vitórias ou derrotas. Mas o homem também aprendeu a produzir outros sons:
bateu com os pés no chão, com os punhos no peito, com madeira ou osso em
outro objeto. "Inventava" a expressão – o tambor – e daí a criar outras
famílias de instrumentos musicais – o sopro e corda – foi questão de tempo e
evolução técnica.
E uma característica acompanhou a música, por longo tempo: não era praticada
em separado, mas sempre aliada a alguma cerimônia religiosa ou mágica. Os
instrumentos, os gritos, os gestos, os cantos, serviam para a comunicação
tribal, para a guerra, para avisar sobre os perigos ou espantar os animais,
para evocar o auxílio das divindades ou afastar os espíritos nefastos. A
elaboração e os instrumentos evoluíam.
Mas ainda não se descobrira um meio de registrar o som. Só a memória humana
o guardava, pois não havia escrita, o que só foi inventado em épocas de
cultura mais avançada.

domingo, 22 de abril de 2007

QUALIDADE

. . . ASSUMO O COMPROMISSO DE CUMPRIR E DE FAZER CUMPRIR A POLÍTICA DE QUALIDADE DE ASSUNTO E INFORMAÇÕES MAIS PRECISAS E ATUALIZADAS . . .